Sustentabilidade · Manifesto pela Construção
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Manifesto pela Construção

Manifesto pela Sustentabilidade e pela Construção de um amanhã melhor!

O setor da Construção e do Imobiliário, em Portugal, é responsável por 17,4% do PIB e 50,5% do investimento a nível nacional, representando ainda 600 mil postos de trabalho. A nível europeu este é um setor que ocupa um lugar importante também na economia europeia, uma vez que gera quase 10% do PIB e é responsável por 20 milhões de postos de trabalho, nomeadamente nas micro e pequenas empresas.

 

Este setor é também um grande consumidor de produtos intermédios (matérias-primas, produtos químicos, equipamento elétrico e eletrónico, etc.) e serviços conexos. Dada a sua importância económica, o desempenho do setor da Construção tem um papel preponderante na construção das sociedades e no futuro das comunidades e pode influenciar de forma significativa o desenvolvimento da economia global.

 

A qualidade das obras de construção produz também um impacto direto na qualidade de vida de todos os cidadãos. Igualmente importante é o facto do desempenho energético dos edifícios e a gestão eficaz dos recursos na produção, no transporte e na utilização de produtos para a construção de edifícios e infraestruturas, terem um impacto significativo na energia, nas alterações climáticas e no ambiente.

 

Neste sentido, podemos afirmar que a aplicação dos princípios da economia circular, a eficiência dos recursos envolvidos, assim como a manutenção do património material e imaterial (conhecimento, processos e organização) das empresas deste setor são essenciais para garantir a sustentabilidade e a capacidade de perdurar e manter um lugar nas cadeias de valor locais e globais. A sustentabilidade global depende de ações concertadas, promovidas e apoiadas pelos Governos, e da manutenção das organizações do setor, desmultiplicando e orientando o esforço e os recursos para a criação de valor.

 

 

WITH GREAT POWER COMES GREAT RESPONSIBILITY

A Casais é um grupo com mais de 60 anos de existência que, em duas décadas, conseguiu passar da 35ª posição do ranking nacional de empresas de engenharia e construção para meio da tabela do top 5 nacional. Com uma transição da segunda para a terceira geração, e com órgãos e processos de gestão consolidados, olhamos para o futuro com a visão de continuarmos a ser uma referência de solidez e conhecimento. Gerindo com mestria e inovação, privilegiando parcerias estratégicas e novos mercados, alicerçados numa cultura de excelência e sustentabilidade. Somos o grupo com maior capacidade integrada para a área da edificação. Acreditamos que o nosso futuro assenta em três pilares:

1. Gerar valor com a criação de ativos edificados para os nossos clientes e para o grupo através da integração e eficiência industrial;
2. Desenvolver e preservar uma comunidade de pessoas que acompanham o nosso negócio;
3. Apostar no conhecimento e nas parcerias estratégicas.

 

Acreditamos que estes pilares se constroem e desenvolvem tendo por base a economia circular, uma abordagem integrada ao longo de toda a cadeia de valor e através da maior eficiência de recursos no setor. Por isso, temos vindo a desenvolver esforços concertados em diversas frentes e alinhados com as normas e boas práticas emitidas pela União Europeia (UE), divulgadas no seu mais recente documento Circular Economy Principles for Buildings Design, e pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

 

Somos movidos por iniciativas que garantam o desenvolvimento da cadeia de valor, procurando que os investimentos promovam e reforcem a sustentabilidade nas dimensões Ambiental, Social e Governance (ESG).

 

Temos consciência que a nossa organização também tem um papel na liderança da sustentabilidade global, desmultiplicando e orientando o esforço e recursos para a criação de valor, por isso, reforçamos a nossa acão com objetivos que guiam este propósito.

 

  1. Os nossos OBJETIVOS
  2. IMPULSIONAR A INOVAÇÃO COM UMA VISÃO DISRUPTIVA E COM NOVOS MODELOS DE NEGÓCIO
  3. - Implementar uma metodologia de abordagem colaborativa;
  4. - Desenvolver métodos construtivos e processos de industrialização no site de obra;

  5. INCREMENTAR A CULTURA CENTRADA NO CLIENTE
  6. - Ampliar a nossa presença no cliente;

  7. AUMENTAR A SOLIDEZ E A DISPONIBILIDADE FINANCEIRA, GERINDO O RISCO, PARA APLICAR EM INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS
  8. - Aumentar a rentabilidade através da aplicação eficaz dos recursos (humanos, materiais e financeiros);

  9. PROMOVER A SUSTENTABILIDADE NOS PROCESSOS DE NEGÓCIO, PRODUTOS E SERVIÇOS, CRIANDO MAIOR VALOR PARTILHADO NA DIMENSÃO AMBIENTAL, SOCIAL E GOVERNANCE
  10. - Implementar metodologia para uma gestão do ciclo de vida dos recursos;
  11. - Fomentar a gestão colaborativa dentro e fora da empresa;

  12. DESENVOLVER SABEDORIA NAS NOSSAS PESSOAS ATRAVÉS DA CRIAÇÃO, CAPTURA, RETENÇÃO E PARTILHA DE CONHECIMENTO
  13. - Implementar modelo de valorização do conhecimento, das competências e contributo para a organização;

 

  1. Na rota da SUSTENTABILIDADE
  2. No Grupo Casais acreditamos que temos um papel preponderante na construção das sociedades e no futuro das comunidades. Por isso, temos vindo a reforçar o compromisso com a sustentabilidade dos nossos clientes, colaboradores e demais comunidades, contribuindo assim para os pilares de uma sociedade equilibrada e alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
  3. Assim, e com uma visão estratégica de firme compromisso de que a construção da visão dos nossos clientes não pode estar dissociada da existência e incorporação de práticas comerciais sustentáveis na criação de valor a longo prazo, estamos a preparar a organização e as nossas pessoas para as alterações que estão em curso e que suscitam mudanças significativas nos modelos de negócio até agora implementados e considerados como modelos a seguir.
  4. Neste sentido, temos vindo a elaborar a nossa estratégia de forma a que nela se inclua não só a sustentabilidade ambiental, mas também a sustentabilidade social e, por consequência, a sustentabilidade económica. Tudo isto alicerçado em práticas de gestão, princípios e valores que definem a comunidade Casais.
  5. Tornar as cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis, enquanto adotamos medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos, é um dos objetivos fulcrais que constituem o nosso compromisso.
  6. A Academia Casais, da qual muito nos orgulhamos, é o motor que sustenta a nossa sustentabilidade social, uma vez que garante o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa e promove oportunidades de aprendizagem, desenvolvimento de competências e capacitação ao longo da vida dos nossos colaboradores.
  7. Por último, mas não menos importante, o ciclo completa-se com a nossa sustentabilidade económica. Esta advém diretamente do trabalho desenvolvido, com foco na sustentabilidade dos edifícios, através da construção de infraestruturas resilientes, da industrialização inclusiva e do fomento da inovação.

 

JUNTOS CONSTRUÍMOS UM AMANHÃ MELHOR

  1. Na dimensão AMBIENTAL
  2. Apenas através de uma abordagem integrada ao longo de toda a cadeia de valor é possível dar resposta ao nosso compromisso. Assim, é essencial que a melhoria da sustentabilidade dos edifícios que construímos obedeça aos princípios gerais do documento Circular Economy Principles for Buildings Design, emitido pela União Europeia (EU), principalmente, no que diz respeito a questões como durabilidade, adaptabilidade e redução e gestão de resíduos.

  3. A construção do futuro é seguramente mais sofisticada, complexa e exigente, mas é também mais motivadora e mais gratificante porque é possível fazer mais e melhor. Consumindo menos recursos naturais, usando mais fontes renováveis, executando edifícios mais flexíveis e adaptados às nossas necessidades, usando sistemas e técnicas de construção que permitam maior valor acrescentado.

  4. Durabilidade
  5. Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável assim como fomentar a inovação são apenas algumas das premissas que podem e devem estar associadas ao princípio da durabilidade.

  6. A industrialização é a nossa ferramenta para aumentar a eficiência e acreditamos que será essencial para a transição da construção, onde cada vez mais veremos produtos e sistemas pensados e produzidos de uma forma integrada, permitindo desta forma transformar a construção num processo de montagem de componentes que podem ser configurados de diferentes formas para atingir o resultado final contratado.

  7. A durabilidade dos edifícios depende de um melhor design, melhor desempenho dos produtos de construção e da partilha de informações. Neste sentido, enquanto empresa de engenharia civil e construção, estamos já na linha da frente no que diz respeito à utilização de técnicas de construção que promovam a durabilidade dos edifícios e a resiliência dos materiais.

  8. As nossas equipas utilizam tecnologias como o BIM para simulação de diversos cenários de durabilidade e comparação de custos. Para a Casais é já uma realidade a utilização de software que nos permite ter um foco mais incisivo nos principais indicadores de desempenho do edifício, tal como o seu custo ao longo do todo o ciclo de vida.

  9. Incluímos ainda nos nossos processos, os recursos necessários para a resiliência ao erro e iniciamos já o nosso processo de industrialização e pré-construção off-site, com impacto considerável em todas as fases de conceção, construção e manutenção dos edifícios.

  10. Estamos a desenvolver soluções que nos permitem acrescentar à tecnologia BIM processos construtivos off-site que se foquem na oportunidade de aproximação do setor da construção às melhores práticas de outras indústrias.

  11. A face visível deste processo de industrialização é a BluFab que dá corpo à nossa unidade de construção off-site e que está a abastecer as obras com elementos fabricados e montados em fábrica.

  12. Assim, para além de estarmos completamente focados no desenvolvimento de infraestruturas de qualidade, de confiança, sustentáveis e resilientes, pensadas para apoiar o bem-estar humano e o desenvolvimento económico, temos vindo a promover a industrialização inclusiva e sustentável, fomentando em todos os momentos os processos de desenvolvimento tecnológico, a investigação e a inovação.

  13. Adaptabilidade
  14. Hoje pretendemos que os edifícios se adaptem às nossas necessidades e que acompanhem as mudanças dos negócios, das empresas e das pessoas.

  15. Assumimos também como compromisso tornar as cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. Pretendemos assim aumentar a urbanização inclusiva e sustentável e o planeamento e a gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis em todos os países nos quais operamos. Temos vindo ainda a fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o património cultural e natural do mundo, enquanto tentamos reduzir o impacto ambiental negativo da nossa atividade em todos os países nos quais desenvolvemos o nosso negócio.

  16. De notar que, os quatro mil milhões de toneladas de cimento produzidas anualmente para construção em betão representam oito por cento das emissões globais totais de dióxido de carbono (CO2), sendo que este retém o calor e, por consequência, as temperaturas globais aumentam.

  17. Os estudos mais recentes demonstram que o uso de materiais de construção de madeira de origem sustentável pode reduzir os gases de efeito estufa. Entendemos, por isso, que a nossa empresa tem a obrigação legal de evitar, reduzir e reparar danos ambientais decorrentes do exercício de nossa atividade.

  18. Neste sentido, defendemos que a adaptabilidade é o verdadeiro caminho para a sustentabilidade. A minimização do custo financeiro através da utilização das ferramentas adequadas, o prolongamento da vida útil do edifício a um custo razoável e a maximização da adaptabilidade dos edifícios na ótica do utilizador, levaram-nos à realização de uma parceria com a CREE.

  19. As soluções e a mentalidade sustentável da tecnologia CREE estão alinhadas com o nosso posicionamento atual e futuro na indústria da construção. Trata-se de um sistema estrutural híbrido que combina produtos de engenharia de madeira com outros materiais, tirando o máximo partido dos atributos de cada um.

  20. É uma abordagem diferente e inovadora para o setor da construção, construindo edifícios que proporcionam a redução de CO2, permitem uma completa, simplificada e standarizada industrialização do processo de construção, desde o planeamento inicial até à entrega do edifício.

  21. Destacamos o princípio “Circular Building Design” e “Design for Change” desta solução desenhada e projetada por forma a permitir desmontagem e posterior reutilização de grande parte dos seus componentes.

  22. Acreditamos que, no caminho para o projeto de edifícios neutros em carbono, precisamos de adotar materiais renováveis, questionar processos convencionais e ser defensores de códigos e normas a esse respeito. Estamos cientes de nossa responsabilidade e faremos a nossa parte.

  23. A abordagem de pré-fabricação da CREE, em conjunto com a mais alta qualidade possível e o menor input de material sustentável, encaixam-se perfeitamente na nossa visão, compromisso com a sociedade e na nossa filosofia.

  24. O desempenho ambiental do Grupo Casais continua a evoluir de forma sustentada desde a decisão de implementação do Sistema de Gestão Integrado de Qualidade, Ambiente e Segurança (SGI). Por isso, temos vindo a assegurar a adoção de estratégias sustentáveis, como a adoção da construção pioneira da CREE em madeira híbrida, que se revelam fundamentais para o desenvolvimento da empresa e consolidação da sua posição num mercado cada vez mais competitivo.

  25. Redução e gestão de resíduos
  26. No nosso ciclo de negócio temos ainda preocupações ambientais inerentes a toda a nossa atividade. Em todos os países em que marcamos presença temos vindo a adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos. Trabalhamos em conjunto com arquitetos, projetistas, pré-construção, segurança e departamento de qualidade e ambiente, planeando todas as etapas com o máximo cuidado.

  27. Pretendemos assim integrar medidas relacionadas com as alterações climáticas nas nossas políticas e estratégias nacionais e internacionais, ao mesmo tempo que reforçamos a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados com o clima e as catástrofes naturais em cada um dos países onde operamos.

  28. Sabemos que esta preocupação não só nos traz benefícios ao nível de custos operacionais, como também é uma atividade crucial para os benefícios ambientais, de saúde e de economia de carbono.

  29. Porque eficiência e desperdício apresentam-se sob diversas formas, estamos focados na implementação de projetos com forte aposta nas energias renováveis, na eficiência energética, posicionando-nos assim na linha da frente da inovação, na procura da excelência nas soluções e no serviço ao cliente.

  30. A aposta em novos negócios, como o do armazenamento de energia com a Ampere Energy Portugal, representa importantes passos para o Grupo reiterar a ambição e afirmação nesta dimensão. Consideramos que a eficiência energética se apresenta como uma oportunidade, uma vez que permite poupanças futuras e contribui para o aumento da competitividade das comunidades.

  31. Acoplamos todas estas dimensões na marca própria EPA (Edifícios de Alto Perfil Ambiental), que incorpora a perspetiva do edifício “carbono zero” e a lógica dos “Nearly Zero Energy Buildings (NZEB), para além de muitas outras dimensões. Estamos a tomar um papel de liderança na apresentação ao mercado de soluções e produtos que respondem a estes princípios.

  32. As alterações de hábitos ampliados pelo efeito COVID-19 vieram apenas antecipar um conjunto de necessidades que já vinham a ganhar expressão e que agora se tornam incontornáveis e vão afetar a forma como usamos a nossa habitação e os espaços de trabalho.

  33. Uma casa que se torna no nosso espaço seguro e de conforto, isolada, e ao mesmo tempo mais conectada do que nunca, que nos confere saúde e anos de vida, porque está atenta ao nosso conforto, vem reforçar os nossos conceitos que incorporam anos de experiência e conhecimento. Os espaços Homing, que incorporam todos estes conceitos são a nossa resposta para um mercado cada vez mais exigente e onde a prioridade é o bem-estar, a saúde e o conforto.

  34. Conscientes que as aspirações de uns são as necessidades de muitos, acreditamos que o potencial destes conceitos sai reforçado com o desenvolvimento dos nossos pacotes de soluções A, AA, AAA, dentro da iniciativa “Urban Concept”, onde desenvolvemos um “set” de soluções pré-estudadas a preços adequados ao orçamento/qualidade espectável de cada um dos nossos clientes.

 

  1. Na dimensão SOCIAL
  2. Conscientes das constantes alterações, a agilidade torna-se num ativo, e para ser um ativo, primeiro tem de se tornar numa cultura.

  3. A adoção de filosofias colaborativas implica um sistema operativo com um software de gestão “ágil” onde a tomada de ação assenta cada vez mais numa lógica de empowerment transversal, porque acreditamos que, no final, todos aspiramos a autonomia e mestria. A quebra de velhos conceitos e funções fixas e imutáveis constitui uma alteração de paradigma e afeta a sustentabilidade do modelo em que assenta o emprego.

  4. Estamos por isso a encarar este paradigma como um novo desafio para assegurar a sustentabilidade na vertente Social, onde passamos a incorporar mais uma ferramenta para proporcionar a adaptação de funções com vista à continuidade das pessoas num percurso dentro da nossa organização: a Academia Casais.

  5. O maior desafio da Humanidade é a retenção e transmissão de conhecimento e, na nossa realidade dispersa por 17 mercados, esta também é uma das capacidades mais relevantes para a nossa sobrevivência e crescimento.

  6. Esse é o nosso mote para a Academia Casais, conscientes do desafio contínuo que se impõe no mercado para qualquer empresa se manter relevante e sustentável.

  7. A Academia Casais tem o propósito de fortalecer o nosso desenvolvimento, dando um sentido muito mais profundo e sustentável à nossa Organização, fortalecendo-nos e permitindo-nos olhar para o futuro, moldando a Comunidade onde nos inserimos.

  8. A Academia Casais tem por missão construir uma comunidade sustentada nos valores e princípios, habilitando as pessoas para os desafios da vida profissional através da partilha e desenvolvimento de conhecimento e competências.

  9. A evolução da carreira de cada um é um processo e, desta forma, conseguimos realizar a nossa missão pela aposta nas pessoas que fazemos crescer e que nos ajudam a fazer crescer as obras. “Nós construímos grandes líderes e eles constroem a visão dos nossos clientes.” E é desta forma que aspiramos alcançar o nosso propósito de construir um mundo melhor.

 

  1. Na dimensão da GESTÃO
  2. As necessidades e satisfação do nosso cliente reside no seu cliente final. Servimos a família que compra o apartamento, o aluno que frequenta a escola, o utente que entra no hospital. No fim da linha o nosso cliente final é a sociedade (todos nós) e, por isso, estamos a elevar a nossa missão a um nível superior.

  3. Para responder às necessidades da Sociedade temos de estar intimamente ligados a ela. Compreender as necessidades num mundo em constante mutação, implica maior presença durante a utilização do edificado, permanecendo e acompanhando o seu ciclo de vida.

  4. Compreender as necessidades e saber construir de uma forma responsável é cada vez mais crítico, por isso, como organização com conhecimento industrial, estamos comprometidos no desenvolvimento de produto próprio, adaptando os projetos que recebemos aos produtos que melhor respondem nas várias dimensões.

  5. Para satisfazer as necessidades dos nossos clientes temos de atuar no próprio modelo de negócio e operar num regime de Colaboração Contratual com os mesmos, através de contratos multi-projeto, com o propósito de participar desde a fase de design e conceção do produto até à fase de construir. Este é o caminho do futuro.

  6. Perante tamanha velocidade, o desafio é a gestão da mudança e, por isso, acreditamos desde sempre que ter uma Cultura comum (a Cultura CASAIS), um alinhamento, uma sincronização e uma união de esforços é a essência do nosso sucesso. Essa união resulta nas parcerias que espelham uma comunidade constituída por clientes, parceiros e colaboradores.

  7. Porque a nossa influência pode ultrapassar a nossa esfera direta com os clientes, parceiros e colaboradores, estamos a lançar as bases da Fundação Mestre Casais, cujo propósito se centra em dois eixos principais, que reforçam a nossa interdependência com a sociedade e o mundo.

  8. São eles a dimensão da formação, que pode ir muito além das nossas relações diretas e os efeitos das mudanças climáticas, que apenas poderão ser debelados através de um contributo e esforço conjunto de toda a sociedade. Capitalizando todo o conhecimento do Grupo Casais, pretendemos ser parte ativa na fomentação e divulgação de políticas para evitar o desperdício, levar a cabo iniciativas relacionadas com a construção sustentável e investir em materiais que ajudem a poupar energia e a reduzir as emissões de CO2.

 

SOMOS UMA FORÇA PARA O BEM!

  1. "Made in PORTUGAL"
  2. Tendo em consideração os princípios da Sustentabilidade Ambiental, Social e das práticas da Gestão bem como os princípios gerais do documento Circular Economy Principles for Buildings Design, importa ainda referir que a continuidade dos negócios pressupõe a adoção de medidas com impacto na sustentabilidade do tecido empresarial. Os princípios da economia circular e dos edifícios sustentáveis são aplicados a todos os atores na cadeia de valor. A nossa economia recupera se as pessoas tiverem emprego. É o emprego que disponibiliza rendimento para que haja lugar ao consumo. E é o consumo que origina a produção industrial. Os efeitos do investimento através da contratação pública devem ser sincronizados e têm de se verificar a todos os níveis.

  3. Para que existam modelos de negócio viáveis deve ser implementado um mercado confiável, em especial neste contexto de crise onde foram postos em causa os equilíbrios dos ecossistemas. Importa destacar a importância e o papel que a Engenharia e Construção podem ter na reativação da economia, onde é necessário um trabalho concertado de todos os atores (desde o governo, as empresas e as pessoas) para identificar, em primeiro lugar, a cadeia de valor da nossa economia e as respetivas capacidades instaladas, nomeadamente, que serviços, produtos, materiais e áreas existem, número de indústrias, tipologia das mesmas, quais as mais-valias que oferecem e a sua capacidade integrada.

  4. E em segundo lugar, mas não menos importante, é necessário fazer a identificação dos investimentos que o país e as regiões necessitam, não só os investimentos do imediato, mas também aqueles há muito adiados. Muitos desses investimentos não foram executados e/ou têm vindo a ser sucessivamente adiados por falta de dinheiro ou por imposição das limitações orçamentais. O setor da construção tem variadíssimos exemplos, tais como:
  5. - Reabilitação de todos os edifícios públicos estratégicos para o futuro do país e das cidades que estão degradados pela falta de investimento na manutenção (Hospitais, Centros de Saúde, Universidades);
  6. - Redes viárias e infraestruturas de água e saneamento;
  7. - A aposta na eficiência energética também se apresenta como uma boa oportunidade, pois, permite poupanças futuras e contribui para o aumento da competitividade desta comunidade formada por pessoas e empresas.

    Conscientes de que, neste cenário de intervenção global dos organismos, como o caso da Comunidade Europeia e Governo, teremos iniciativas de investimento público, torna-se imperativo que seja feita uma escolha responsável pelos investimentos certos, ou seja, daqueles que terão um maior grau de impacto na economia.

  8. A Engenharia e Construção tem um enorme grau de desmultiplicação e impacto nos restantes setores, nomeadamente:
  9. - Na indústria;
  10. - Nos serviços;
  11. - No comércio.

  12. Por isso, e para tornar este ciclo ainda mais virtuoso, acreditamos que é essencial o incentivo ao recurso de produtos e serviços produzidos localmente. Embora possam haver algumas restrições à limitação da utilização de produtos “Made In Portugal”, acreditamos que podemos encontrar medidas que permitam esse mesmo incentivo, promovendo assim uma oportunidade única, não só para as cadeias de abastecimento nacionais, mas também para as empresas portuguesas, que terão a oportunidade de se reencontrarem, promovendo e estimulando a produção nacional.

  13. Manter a empresa e as pessoas é o que nos permitirá estar de pé para o momento de reativar a economia, fazer as escolhas responsáveis de investimento e adotar as práticas de construção sustentável nas suas diversas dimensões e, por consequência, estas ações são o que nos irá permitir cumprir o nosso propósito de construir um mundo melhor.

  14. E, desta forma, realçar que somos uma força para o bem!
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Notandum callidus memoriae hic deo exsurgit. Contineri mo sufficere se ingeniosi devinctam perfectis id ad.
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